Ambiente

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Desafios nas nossas mãos

Alterações Climáticas
Aquecimento Global
Efeito de Estufa
Poluição
Energias renováveis
Combustíveis fósseis
Sustentabilidade
Biodiversidade


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À luta contra as alterações climáticas!

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Sítio da Comissão Europeia sobre o Ambiente: http://ec.europa.eu/environment/youth/index_pt.html

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entrevista.com Roberta Medina

Escola, Música, Energia e Solidariedade

2010 marca a 2.ª edição do Concurso Rock in Rio Escola Solar. Para conhecer este projecto, contactámos a vice-presidente do Festival Rock in Rio Lisboa. Especialmente, e desde o Brasil, Roberta Medina explica-nos o que é este concurso e como funciona.

A Roberta Medina é a vice-presidente do Rock in Rio que se realizará em 2010, pela quarta vez, em Lisboa. Em 2008 nasceu o concurso Rock in Rio Escola Solar que foi relançado em 2009. Pode explicar-nos como surgiu este concurso?

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E em que consiste?

Consiste num Concurso a nível nacional, para as escolas do 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário, que visa estimular o pensamento sustentável dos alunos, de forma a que criem soluções ambientalmente sustentáveis para a melhoria da qualidade de vida de uma zona carenciada da sua comunidade.
O nosso objectivo é usar a música e os bilhetes para o Rock in Rio como estímulo para a participação e mobilização dos jovens de todo o país, incluindo das regiões autónomas

Como se processam as diferentes etapas deste concurso?
A primeira etapa, já encerrada, foram as inscrições das escolas. Recebemos 291 inscrições oriundas de 251 escolas. A segunda fase do Concurso “Rock in Rio Escola Solar” consistiu na entrega dos projectos em formato digital. Os projectos foram, depois, analisados por um júri, constituído por elementos de todas as entidades parceiras: Rock in Rio, SIC Esperança, ADENE, Ministério da Educação – Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico e Patrocinador Social do Rock in Rio-Lisboa. Os vencedores foram já anunciados através dos órgãos de comunicação social, do site do Rock in Rio e dos sites de algumas das entidades envolvidas.

O desafio lançado às escolas nesta 2.ª edição do concurso foi o de criar projectos que tivessem uma preocupação ambiental e de coesão social e territorial. O que é que tal implica?

Acreditamos que a sustentabilidade do planeta começa num estilo de vida sustentável para o próprio ser humano e se assim for, o planeta será beneficiado como consequência. Por isso, o desafio que propusemos não se limita a imaginar soluções ambientalmente sustentáveis, mas fazer com que as mesmas tenham impacto directo na qualidade de vida das pessoas. Acreditamos que aproximar os jovens das zonas carenciadas da sua comunidade pode trazer benefícios futuros de inclusão social muito positivos, ao mesmo tempo que estarão a cuidar do planeta.

As escolas, cujos projectos são considerados os melhores, recebem, entre outros prémios, um sistema fotovoltaico e um sistema solar de produção de águas quentes sanitárias. Porquê a escolha por este tipo de prémio?

Porque além dos benefícios concretos destas tecnologias, ficam como um elemento visível para as gerações futuras das escolas. Não é um prémio que acabe com a turma que participou e venceu, mas um prémio que permanece. Além disso, é uma forma de gerar receitas para mais projectos sociais a médio e longo prazo (15 anos), através da venda da produção de energia à rede pública. Estas instalações serão inscritas no programa “Renováveis na Hora” e 100 % dos recursos serão revertidos para projectos sociais, 25 % através das escolas vencedoras e 75 % através da SIC Esperança, parceiro social do Rock in Rio-Lisboa.

Qual a importância da criatividade e da inovação nos projectos apresentados?

A criatividade e a inovação trazem um desafio maior para os alunos, pois não basta fazer o básico, são um estímulo para que tragam novas propostas, aprofundem e libertem as suas ideias. Se forem capazes de nos apresentar projectos assim, com certeza poderão, depois, partilhar e multiplicar a sua ideia por todo o país.

De entre os 20 projectos premiados, os 2 melhores que conjuguem a criatividade, a inovação e a sustentabilidade serão também contemplados com um prémio financeiro. Qual é o objectivo deste prémio específico?

Garantir que os projectos possam ser concretizados. Permitir que sejam os próprios alunos a implementar o seu projecto, o que gera maior interacção com a comunidade local, e que vejam concretamente os benefícios da sua ideia para a vida das pessoas.

Tendo em conta a experiência da primeira edição, quais são os resultados deste tipo de iniciativa?

Primeiro, comprovou que a música e o entretenimento conseguem mobilizar a camada jovem da sociedade para causas ambientais e sociais, isto é, podem ser um elemento de educação e estimular a mudança de atitude na sociedade. Também mostrou a vontade, disponibilidade e interesse dos jovens neste tipo de assuntos, principalmente quando podem ser parte activa de um movimento. Além disso, também mostrou que os jovens, não só são capazes de criar boas soluções para problemas da sociedade, como também são capazes de concretizá-las; basta serem estimulados e terem oportunidades.

Fotografias: © Agência Zero
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entrevista.com Javier Pérez

A Energia Solar ao serviço dos nossos telemóveis

Engenheiro e empresário, com 28 anos, Javier Pérez é um jovem empreendedor europeu que, a partir de Espanha, inventou e comercializou pequenas placas solares para carregar baterias. De forma aberta, franca e realista, Javier Pérez conta-nos a sua experiência pelo admirável mundo da energia solar.

O Javier Pérez criou, no seu projecto de fim de curso na Universidade Politécnica da Catalunha (UCP), em Espanha, pequenas placas solares para carregar baterias. Pode dizer-nos como surgiu esta ideia?

A ideia surgiu em 2002, no meu projecto final de curso quando estava a trabalhar especificamente em painéis concentradores. Fez-se uma comparação entre os painéis tradicionais e um painel concentrado que construí, verificando-se que o rendimento aumentava em cerca de 80 %. A partir daí, em 2005, apresentámos o nosso projecto ao Programa Innova, um concurso de ideias e negócios da UCP, e percebemos que o projecto inicial do painel concentrador não era viável do ponto de vista comercial, pelo que procurámos separar as placas de forma a que pudessem aquecer-se entre si. Graças a este procedimento, fomos galardoados com o segundo prémio do Programa Innova 2005, o que nos motivou a prosseguir com este projecto.

A estas placas deu o nome de ClickCells. Para que servem?

As ClickCells são placas solares, capazes de se combinarem umas com as outras, permitindo na prática múltiplas utilizações.
A ideia principal que está na base deste produto foi a de poder adaptar a arquitectura actual aos painéis solares, e não o contrário. Mas, como é óbvio, desta ideia derivaram outros usos, até para nos precavermos da situação de este sistema não ter o sucesso que desejávamos, tendo em conta os hábitos e os custos de aplicação das placas. Assim, a nível doméstico, estas placas foram adaptadas, podendo ser fontes de energia em kits de iluminação ou de rega para hortas urbanas, ou ainda como o nosso produto estrela, o carregador solar para telemóveis.

Foi ao ganhar o segundo prémio do Programa Innova que teve a ideia de criar uma empresa que comercializasse estas placas?

Ao ganhar este prémio, pudemos solicitar apoio ao Programa Génesis, que nos permitiu construir alguns protótipos do produto e fazer um estudo de mercado aprofundado. Esta ajuda incentivou–nos a criar uma empresa, a Nousol, e foi também nessa altura que patenteámos estas placas, dando-lhes o nome de ClickCells. Para além da fabricação e da distribuição deste produto, também oferecemos soluções de material de energia solar fotovoltaica, que é um complemento ao nosso produto estrela.

A sua empresa, a Nousol, criada em 2007, comercializa as ClickCells, nomeadamente para países africanos. Porquê este continente?

O carregador solar para telemóveis é uma necessidade em África. Em muitos países africanos, mais de 50 % da população já dispõe de uma rede telefónica móvel, mas depara-se com o inconveniente de não ter onde carregar os seus telemóveis. Aliás, imensos africanos chegam a ter de fazer quilómetros, ou a ter de pagar àqueles que têm geradores para poderem carregar os seus telemóveis. Por isso nos centrámos neste continente. Estamos em fase de expansão e em busca de distribuidores em muitos destes países. O que é certo é que o produto está a ser muito bem aceite dada a sua fiabilidade e durabilidade de 25 anos.

O Javier é um exemplo de um jovem empeendedor espanhol que aliou a sua investigação na faculdade ao mundo empresarial. Qual é o balanço que faz desta sua iniciativa?

A verdade é que não é nada fácil ser empreendedor, e penso que as administrações estatais poderiam apoiar mais, sobretudo quando os bancos parecem fechar as torneiras, pelo menos aqui, em Espanha. O começo é o mais difícil, pois é preciso sacrificar muito tempo e dinheiro na empresa, para além de valentes dores de cabeça! Somos uma empresa de inovação e desenvolvimento com um forte potencial de crescimento, e de certa forma estamos a criar novos postos de trabalho.

Na sua opinião, qual é o papel da criatividade e da inovação para a Europa?

Penso que a criatividade e inovação serão, na Europa, cada vez mais importantes para as empresas. O know how e as patentes são, sem dúvida, os aspectos mais poderosos na Europa. Muitos produtos inovadores saem da Europa e são logo fabricados por outros países com menores custos de produção, aproveitando as economias de escala. A Europa tem de ser uma fábrica de ideias, se quer continuar a competir com o resto do mundo.

Como se concilia a protecção do ambiente com a economia?

O principal factor é que os governos tenham a iniciativa de proteger o ambiente, sendo este apoio fundamental em questões de contaminação e conservação do meio ambiente. Muitas iniciativas ecológicas são boas, mas não se alicerçam numa base sólida, acabando, vezes de mais, por ter uma menor repercussão. As iniciativas particulares para evitar o consumo excessivo de energia como, por exemplo, a substituição de lâmpadas normais por lâmpadas de baixo consumo, são fundamentais para a conservação. Esta é uma iniciativa simples e privada que pode ser promovida pelo Estado, como o que aconteceu aqui, em Espanha. O governo ofereceu a todas os lares espanhóis uma lâmpada de baixo consumo. Isto fez com que as pessoas começassem a trocar todas as lâmpadas das suas casas, conseguindo poupar até 80 % nas suas facturas de electricidade.
Por vezes, nos países em desenvolvimento, é difícil impedir que cresçam tendo em conta o meio ambiente. Contudo, é preciso não esquecer que, por exemplo, a China e os Estados Unidos, que estão longe de ser países pobres, são actualmente os maiores produtores de CO2 no mundo.

Qual o seu principal conselho para os jovens que, como no seu caso, têm ideias inovadoras?

Encorajo todos os jovens a tomarem a iniciativa e a inovarem nas suas áreas de eleição. Mesmo nos casos em que aquele produto ou serviço não se caracterize especificamente pela inovação, há sempre coisas que podemos melhorar, e isso pode conduzir a uma vantagem competitiva. Também alerto para o facto de, muitas vezes, ao se montar um negócio correr-se o risco de que as coisas não resultem. Por essa razão, recomendo que façam um plano da empresa e que o apresentem a entidades de apoio aos empreendedores ou a investidores, para que vos dêem a sua opinião. Também existem concursos de ideias, pelo que aproveitem-nas e apresentem os vossos projectos! Lembrem-se de que se tiverem uma boa ideia, acompanhada de um bom plano de negócio, será muito mais fácil começar.
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Ambnews

Biotecnologia portuguesa distinguida com o Prémio Europeu EEP

O projecto biotecnológico desenvolvido pelas empresas portuguesas Secil e AlgaFuel foi galardoado, em Dezembro de 2009, com o segundo lugar de prata do Prémio Europeu de Inovação Ambiental (EEP Awards), em Paris, na Feira Internacional Pollutec 2009.
Este projecto, já distinguido com o Prémio Nacional de Inovação Ambiental, foi criado em 2007 pela Secil e a AlgaFuel, para reduzir as emissões de CO2 para a atmosfera, através da produção industrial de microalgas, na fábrica de cimento Cibra Pataias, em Alcobaça. Para os vencedores, este prémio representa o reconhecimento dos seus esforços para conservar e melhorar o ambiente através de tecnologias ambientais inovadoras.

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Ecoaldeias: moda ou modo de vida sustentável?

A ecoaldeia de Hjortshoj, na Dinamarca, tem atraído atenções pelo seu modelo de desenvolvimento comunitário. Criada no início da década de 90 do século XX, esta aldeia tem-se reinventado através da tecnologia, preservando os recursos naturais, poupando energia, e criando um modo de vida em que os seus habitantes decidem e agem a favor do ambiente.
Segundo a Rede Europeia de ecoaldeias, a GEN-Europe, estas aldeias são “comunidades à escala humana, rurais ou urbanas, que procuram criar modelos de vida sustentáveis” (www.gen-europe.org; www.ecovillage.dk). Fica então a curiosidade de descobrir se são um efeito de moda ou, pelo contrário, um modo de vida.

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Os europeus apostam na Energia Sustentável

Bruxelas volta a receber em Março de 2010 os Prémios Europeus de Energia Sustentável. Integrado na semana europeia de energia sustentável, este evento premeia projectos europeus inovadores no panorama energético. Estas iniciativas fazem parte da Campanha Europeia de Energia Sustentável, criada pela Comissão Europeia, em 2005, para sensibilizar a opinião pública e alterar o panorama energético europeu, apostando nas energias renováveis, na eficiência energética, nos transportes menos poluentes e nos combustíveis alternativos. (+ info em www.sustenergy.org)
A energia é um dos grandes problemas que o mundo e a Europa enfrentam. Entre 1997 e 2006 o consumo de energia na Europa cresceu 7 %. Os países da União Europeia consomem mais energia do que aquela que produzem. Por essa razão, a união de esforços de todas as nações é fundamental.

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Quiz Ambiente

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3×1

Imagina, Cria, Inova
1 dia, 1 movimento, 1 acção

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Energy, let’s save it!

Descobre, em 3 minutos e 40 segundos, tudo o que podes fazer para ajudar o ambiente e poupar dinheiro!

Uma família, como tantas outras europeias, gasta, todos os dias, sem saber e de forma totalmente despropositada, energia, até ao dia em que toma consciência dos seus maus hábitos.
Este filme animado, sem palavras, apresenta dicas concretas para poupar energia.

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Dicas para o dia-a-dia*

Em média, uma televisão usa 45 % da sua energia em modo de espera. Se todos os europeus evitassem utilizar o modo de espera dos equipamentos, poupariam energia suficiente para abastecer um país do tamanho da Bélgica.

Ao deixar o telemóvel ligado à corrente depois de este já estar carregado desperdiça-se 95 % da electricidade, apenas 5 % é utilizada para carregar o telemóvel.

Fechar a torneira enquanto se escova os dentes permite poupar vários litros de água.

Se reciclares uma lata de alumínio estás a poupar energia suficiente para alimentar um computador portátil durante dez horas.

As lâmpadas economizadoras de energia permitem poupar até cinco vezes mais do que as lâmpadas convencionais.

*Descobre mais curiosidades no sítio do Centro de Informação Europeia Jacques Delors:
http://www.aprendereuropa.pt/page.aspx?idCat=334&idMasterCat=300&idContent=717

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Espécies Ameaçadas

Olá☺!
Sou o Ricardo, tenho 13 anos e estou no 8.º ano.
A minha professora de biologia pediu à nossa turma que pesquisássemos informação sobre as espécies europeias em risco de extinção.
Estou a fazer este trabalho com o meu melhor amigo, o Tiago.
Enviou-me um sms a dizer para ir ao site da Comissão Europeia sobre o ambiente porque lá encontrávamos toda a informação de que precisávamos.
Fui espreitar, e fiquei assustado!
Sabiam que 45 % dos mamíferos europeus e 38 % dos répteis, aves e peixes podem desaparecer para sempre?
Lá encontrei uma lista de diferentes espécies ameaçadas que vamos apresentar na próxima aula.
Fica a conhecê-la, tu também, e não te esqueças de consultar este site, vais ficar abismado!

http://ec.europa.eu/environment/youth/nature/nature_species_pt.html

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Lince-Ibérico

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O lince-ibérico, também conhecido como o “tigre do Algarve” parece um gato, mas não é. Tem uma pelagem castanho-avermelhada coberta de manchas pretas. Distingue-se pela sua cauda pequena e tufos de pêlo em formato de pincel nas pontas das orelhas e das barbas. Os machos adultos pesam em média 12 kg e as fêmeas cerca de 9 kg. Estes felinos podem viver até aos 16 anos. As suas crias nascem após um período de gestação de 2 meses e tornam-se independentes quando têm entre 7 a 10 meses. A alimentação de eleição deste predador é o coelho-bravo (80 a 100 %). Para alimentar as suas crias (em média duas), uma fêmea precisa de caçar pelo menos 2 a 3 coelhos por dia.

Mito

A expressão “ter olhos de lince” diz-te alguma coisa? Costuma utilizar-se para descrever alguém que tem uma visão perfeita ou um olhar intenso, ou a quem nem o mínimo pormenor lhe escapa. Mas, na realidade, o lince tem uma visão vulgar que não justifica esta afirmação. De onde vem, então, esta expressão tão popular? Sabe-se que, na Idade Média, se acreditava que este felino conseguia ver através dos corpos sólidos. Pensa-se que esta expressão acabou por entrar na linguagem comum, baseada num equívoco. Segundo a mitologia grega, o herói Jasão precisava de recuperar o Tosão de Ouro para reclamar o seu trono. Para tal, construiu a nau Argo e reuniu uma tripulação de heróis, conhecida como os argonautas, para a sua expedição. Um desses argonautas era Linceu que era conhecido pela sua visão que lhe permitia ver até ao fundo do mar e para além das nuvens e dos rochedos. Foi, por isso, a confusão entre o nome deste herói mitológico grego e o nome do felino que deu origem à criação desta expressão e mito.

Realidade

O lince-ibérico é actualmente a espécie felina do mundo em maior perigo de extinção. Há apenas cinquenta anos, este felino podia ser facilmente encontrado por toda a Península Ibérica mas, nas últimas duas décadas, esta espécie tem vindo a diminuir de forma drástica (à volta de 80 % de redução do tamanho da população), estando hoje em risco de desaparecer. As razões principais que têm contribuído para esta situação remetem para a perda do seu habitat, a falta de presas, doenças e a mortalidade causada por acidentes nas estradas e pela caça. Em Portugal e em Espanha, têm-se implementado acções de recuperação do seu habitat, com vista à sua reintrodução. Mas também é preciso permitir a estes felinos que se reproduzam. O Centro Nacional de Reprodução em Cativeiro para o Lince-Ibérico (CNRCLI), em Silves, recebeu em Setembro de 2009 os seus primeiros ocupantes.
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