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Posts & Comentários

Olá, pessoal☺
Tenho de desabafar um bocado. Acabo de ter uma discussão com a minha mãe. Ela não percebe porque é que passo tanto tempo “agarrado” ao computador e ao telemóvel. Lol. Como se fosse preciso explicar! Bem lhe digo que estou com os meus amigos, mas ela não consegue perceber. Diz-me que isso não é estar com os amigos, que no tempo dela é que era giro, porque se juntavam todos e canta–me a canção “os meninos à volta da fogueira…”. Já não aguento mais! Como é que lhe posso explicar que estas novas tecnologias fazem parte da nossa forma de comunicar? Alguém tem uma dica que me possa ajudar?

TAGS: Redes sociais, adolescentes, comunicação, novas tecnologias
publicado por Pedro, Terça-feira, 5 de Janeiro, 2010
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Comentários:

De Ana, a 5 de Janeiro de 2010, às 18:30

Olá, Pedro!
Percebo o teu problema. Para mim também foi difícil explicar aos meus pais porque passava tanto tempo em frente ao computador, ou a teclar no meu telemóvel. O meu primo João, que vive nos Estados-Unidos, enviou-me o outro dia um vídeo que está no You Tube, com dados que dão para pensar. Sabias que foram precisos imensos anos para que os meios de comunicação que hoje conhecemos atingissem 50 milhões de utilizadores? Para a rádio: 38 anos; para a televisão: 13 anos; para a Internet: quatro anos; para o IPOD: três anos. Mas sabes quanto tempo foi necessário para o Facebook ter 100 milhões de utilizadores? 9 meses! Se o Facebook fosse um país, seria o quarto maior do mundo, a seguir à China, à Índia e aos Estados Unidos. Este vídeo está em inglês, mas como os meus pais percebem, mostrei-lhes; e daí, tivemos uma conversa interessante que não acabou em discussão. Acho que eles agora percebem um pouco melhor a importância destas tecnologias na nossa vida.

Se quiseres dar uma vista de olhos, deixo-te o link: http://www.youtube.com/watch?v=sIFYPQjYhv8.

Boa sorte!

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De Tiago, a 6 de Janeiro de 2010, às 19:43

Pedro e Ana,
Eu também costumava discutir com os meus pais por causa da Internet e do telemóvel. Ainda por cima, como tenho 10 anos de diferença da minha irmã, que não liga muito às tecnologias, senti-me sempre muito só nestas discussões, até ao dia em que deixei de falar com eles sobre este assunto e fui-me fechando cada vez mais, no meu quarto, com o meu computador. Através dele, pude conhecer imensas pessoas novas, que aliás nunca teria encontrado se não fosse pela Internet. Mas, como sou sociável e confio facilmente nas pessoas, nunca imaginei que me pudesse acontecer o que de facto aconteceu. Um rapaz da minha idade, pelo menos pensava que fosse, meteu conversa comigo, um dia. Descobrimos que tínhamos imensas coisas em comum. Disse-me que os pais dele também não percebiam porque é que passava tanto tempo ao computador a falar com estranhos. Durante três semanas, todos os dias, quando voltava a casa, ou antes de me deitar “teclávamos”. Gostávamos dos mesmos jogos de vídeo e tínhamos a mesma paixão pelo Espaço. Um dia, informou-me que vinha ao Porto com os pais, e que gostava imenso que nos encontrássemos. Marcámos encontro, em frente à minha escola. Como ele me tinha dito a cor e a marca do carro, quando recebi o seu sms, identifiquei logo quem seria e dirigi-me na sua direcção, sem pensar duas vezes. Mal abri a porta, senti uma mão a agarrar-me e puxar-me para dentro. Mas nessa fracção de segundos ouvi também uma sirene, era a polícia judiciária. Foi por um triz! Parecia que estava num daqueles filmes de Hollywood, só que, infelizmente, eu é que era um dos actores principais. Mais tarde, a PJ explicou aos meus pais que o meu suposto “amigo” tinha 45 anos e estava a ser vigiado por actos de pornografia infantil e pedofilia. Escondia-se por detrás do computador para cometer todos esses crimes. É claro que depois disto tudo, comecei também a ver as coisas de outra maneira. Concordo convosco em relação à importância destas tecnologias e da nossa necessidade de comunicarmos através delas, mas é preciso ter muito cuidado com o ciber-crime, porque ele está bem presente. Por sorte, não me aconteceu nada de mais grave, se bem que me senti violentado na mesma, por ter confiado em quem me queria mal. Mas nem todos tiveram a minha sorte!

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