Editorial

Desde sempre a criatividade e a inovação estiveram no centro da história europeia. Desde sempre, os europeus imaginaram, criaram e inovaram. Grandes descobertas e invenções revolucionárias nasceram na Europa.

A própria ideia de União Europeia exemplifica esta capacidade criativa. Depois da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), face a um panorama de devastação, era urgente reconstruir, transformar as matérias primas da destruição (carvão e aço) em elementos de progresso e garantia da paz entre as nações da Europa. A criatividade e a capacidade de inovar dos pais da União Europeia foram então fundamentais e marcaram o início de um sistema de união entre os países europeus (de 6 a 27 Estados-Membros), capaz de se reinventar e responder aos novos desafios. Ao longo de mais de 50 anos a União Europeia imaginou e inovou através da criação, por exemplo, de um mercado único, do Euro, mas também de outros instrumentos e instituições capazes de responder às questões que foram surgindo.

O século XXI coloca novos desafios aos europeus. Seremos capazes de preservar e tornar ainda mais forte o que construímos? Seremos capazes de proteger o ambiente e encontrar soluções para as alterações climáticas? Seremos capazes de garantir os valores europeus e um modelo de sociedade justo em que é bom viver? Seremos capazes de competir com o resto do mundo? Seremos capazes de novas descobertas e invenções revolucionárias? As respostas a estas questões obrigam-nos a imaginar, criar e inovar cada vez mais para garantir o nosso futuro. E esse, não estará ele nas nossas mãos?

Poderemos pensar que os criadores e as pessoas inovadoras são seres excepcionais e que têm um dom especial, como os artistas, os cientistas, os designers, os empreendedores. Poderemos defender que são eles, os grandes pioneiros, aqueles que fazem com que o mundo avance e que são diferentes do comum dos mortais. É certo que, por exemplo, o trabalho científico e artístico está muitas vezes associado à inovação, mas esta não pertence a tal ou tal sector, remete também para a nossa capacidade de encontrar novas formas de pensar, fazer e até ser. Está tudo nas nossas mãos, pois tudo depende da nossa atitude face à nossa vida, à nossa família, à nossa escola, à nossa sociedade, ao nosso país, à nossa Europa e ao nosso futuro. 2009 foi o Ano Europeu da Criatividade e Inovação, o que permitiu centrar as atenções nestes elementos essenciais para o futuro de todos nós. E é destas capacidades que falamos nesta primeira edição: a nossa capacidade de imaginar, criar e inovar!

Neste blogue, poderás, juntamente com os teus colegas e professores, descobrir o mundo maravilhoso da imaginação, da criatividade e da inovação nas mais diversas áreas e em relação a muitos assuntos importantes para o futuro da Europa. E esse está, sem dúvida, nas tuas mãos.

Christelle Rodrigues
Coordenadora do projecto A Europa nas nossas Mãos

Nota da equipa editorial

Conheces a revista A Europa nas nossas Mãos – Imagina, Cria e Inova?

Se a tua resposta for negativa, dá uma espreitadela ao sítio do CHRIS (www.chrisinternacional.com) ou ao do Centro de Informação Europeia Jacques Delors (www.eurocid.pt), e visualiza-a e imprime-a directamente a partir do teu computador.
Este blogue resulta desta revista, e nele poderás encontrar toda a informação, só que neste caso online.

Para acederes a todos os conteúdos da revista poderás pesquisar no campo “Procurar” (do lado superior direito do ecrã). Por exemplo, se o teu objectivo for o de procurar informação sobre o Parlamento Europeu, bastará escreveres parlamento no campo para o efeito e clicar em procurar. Verás aparecer um conjunto de conteúdos onde se aborda esta instituição europeia.

Para além deste tipo de pesquisa, poderás visualizar os conteúdos por áreas temáticas. Se te interessa, por exemplo, o tema da Ciência e Tecnologia, poderás ler entrevistas, comentar frases, visualizar frisos e até testar os teus conhecimentos, clicando no botão Ciência e Tecnologia na barra superior do blogue.

Dentro destas áreas temáticas, poderás também aceder a outros sítios e obter mais informações. Por exemplo, na área temática do Ambiente, na parte dedicada às espécies ameaçadas, poderás aceder ao sítio da Comissão Europeia sobre as espécies em vias de extinção, clicando no endereço lá colocado.

Se preferires encontrar informação sem ser pelas áreas temáticas, poderás recorrer à barra lateral (do lado esquerdo do ecrã), às categorias. Este menu funciona como um índice do blogue, no qual poderás clicar directamente no tipo de conteúdo que te interessa.

Se, por exemplo, quiseres ler as entrevistas a diferentes personalidades portuguesas e europeias, bastará clicares em entrevistas. Daí, acederás a uma lista com todas as entrevistas realizadas (três por ecrã), e só precisarás de clicar novamente naquela que quiseres visualizar. No final de cada entrevista poderás escrever o teu comentário que nos chegará automaticamente.

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Se te pedirem para pesquisar informação sobre a União Europeia, encontrarás do lado direito do ecrã um conjunto de ligações directas a sítios fidedignos. Por exemplo, depois de teres lido a Grande Entrevista sobre o Ano Europeu da Inovação e Criatividade, poderás conhecê-lo melhor e informares-te sobre as iniciativas que decorreram em Portugal, clicando no endereço para o efeito, do lado direito do ecrã (Anos Europeus).

Ainda do lado direito do ecrã, poderás também aceder a plataformas de gestão de conteúdos e fazer o blogue da tua própria turma ou escola. É isso mesmo! Porque não criares com os teus professores e os teus colegas um novo blogue que também se pode chamar A Europa nas nossas Mãos, dedicado a um tema específico do teu interesse, assim como da tua turma? “Mãos ao teclado”?! Quando acabares o blogue envia o seu endereço para o e-mail aeuropanasnossasmaos@gmail.com, e logo verás uma ligação aparecer neste blogue.

Agora que tiveste acesso a uma breve explicação de como podes navegar neste blogue, coloca sem mais demoras a tua mão no rato e começa a clicar no mundo da imaginação, da criatividade e da inovação europeias.

Boa navegação!

A equipa editorial

A Europa nas nossas Mãos

Editorial | por favor clica aqui

Desde sempre a criatividade e a inovação estiveram no centro da história europeia. Desde sempre, os europeus imaginaram, criaram e inovaram. Grandes descobertas e invenções revolucionárias nasceram na Europa.

A própria ideia de União Europeia exemplifica esta capacidade criativa. Depois da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), face a um panorama de devastação, era urgente reconstruir, transformar as matérias primas da destruição (carvão e aço) em elementos de progresso e garantia da paz entre as nações da Europa. A criatividade e a capacidade de inovar dos pais da União Europeia foram então fundamentais e marcaram o início de um sistema de união entre os países europeus (de 6 a 27 Estados-Membros), capaz de se reinventar e responder aos novos desafios. Ao longo de mais de 50 anos a União Europeia imaginou e inovou através da criação, por exemplo, de um mercado único, do Euro, mas também de outros instrumentos e instituições capazes de responder às questões que foram surgindo.

O século XXI coloca novos desafios aos europeus. Seremos capazes de preservar e tornar ainda mais forte o que construímos? Seremos capazes de proteger o ambiente e encontrar soluções para as alterações climáticas? Seremos capazes de garantir os valores europeus e um modelo de sociedade justo em que é bom viver? Seremos capazes de competir com o resto do mundo? Seremos capazes de novas descobertas e invenções revolucionárias? As respostas a estas questões obrigam-nos a imaginar, criar e inovar cada vez mais para garantir o nosso futuro. E esse, não estará ele nas nossas mãos?

Poderemos pensar que os criadores e as pessoas inovadoras são seres excepcionais e que têm um dom especial, como os artistas, os cientistas, os designers, os empreendedores. Poderemos defender que são eles, os grandes pioneiros, aqueles que fazem com que o mundo avance e que são diferentes do comum dos mortais. É certo que, por exemplo, o trabalho científico e artístico está muitas vezes associado à inovação, mas esta não pertence a tal ou tal sector, remete também para a nossa capacidade de encontrar novas formas de pensar, fazer e até ser. Está tudo nas nossas mãos, pois tudo depende da nossa atitude face à nossa vida, à nossa família, à nossa escola, à nossa sociedade, ao nosso país, à nossa Europa e ao nosso futuro. 2009 foi o Ano Europeu da Criatividade e Inovação, o que permitiu centrar as atenções nestes elementos essenciais para o futuro de todos nós. E é destas capacidades que falamos nesta primeira edição: a nossa capacidade de imaginar, criar e inovar!

Neste blogue, poderás, juntamente com os teus colegas e professores, descobrir o mundo maravilhoso da imaginação, da criatividade e da inovação nas mais diversas áreas e em relação a muitos assuntos importantes para o futuro da Europa. E esse está, sem dúvida, nas tuas mãos.

Christelle Rodrigues
Coordenadora do projecto A Europa nas nossas Mãos

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Conheces a revista A Europa nas nossas Mãos – Imagina, Cria e Inova?

Se a tua resposta for negativa, dá uma espreitadela ao sítio do CHRIS (www.chrisinternacional.com) ou ao do Centro de Informação Europeia Jacques Delors (www.eurocid.pt), e visualiza-a e imprime-a directamente a partir do teu computador.
Este blogue resulta desta revista, e nele poderás encontrar toda a informação, só que neste caso online.

Para acederes a todos os conteúdos da revista poderás pesquisar no campo “Procurar” (do lado superior direito do ecrã). Por exemplo, se o teu objectivo for o de procurar informação sobre o Parlamento Europeu, bastará escreveres parlamento no campo para o efeito e clicar em procurar. Verás aparecer um conjunto de conteúdos onde se aborda esta instituição europeia.

Para além deste tipo de pesquisa, poderás visualizar os conteúdos por áreas temáticas. Se te interessa, por exemplo, o tema da Ciência e Tecnologia, poderás ler entrevistas, comentar frases, visualizar frisos e até testar os teus conhecimentos, clicando no botão Ciência e Tecnologia na barra superior do blogue.

Dentro destas áreas temáticas, poderás também aceder a outros sítios e obter mais informações. Por exemplo, na área temática do Ambiente, na parte dedicada às espécies ameaçadas, poderás aceder ao sítio da Comissão Europeia sobre as espécies em vias de extinção, clicando no endereço lá colocado.

Se preferires encontrar informação sem ser pelas áreas temáticas, poderás recorrer à barra lateral (do lado esquerdo do ecrã), às categorias. Este menu funciona como um índice do blogue, no qual poderás clicar directamente no tipo de conteúdo que te interessa.

Se, por exemplo, quiseres ler as entrevistas a diferentes personalidades portuguesas e europeias, bastará clicares em entrevistas. Daí, acederás a uma lista com todas as entrevistas realizadas (três por ecrã), e só precisarás de clicar novamente naquela que quiseres visualizar. No final de cada entrevista poderás escrever o teu comentário que nos chegará automaticamente.

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Se te pedirem para pesquisar informação sobre a União Europeia, encontrarás do lado direito do ecrã um conjunto de ligações directas a sítios fidedignos. Por exemplo, depois de teres lido a Grande Entrevista sobre o Ano Europeu da Inovação e Criatividade, poderás conhecê-lo melhor e informares-te sobre as iniciativas que decorreram em Portugal, clicando no endereço para o efeito, do lado direito do ecrã (Anos Europeus).

Ainda do lado direito do ecrã, poderás também aceder a plataformas de gestão de conteúdos e fazer o blogue da tua própria turma ou escola. É isso mesmo! Porque não criares com os teus professores e os teus colegas um novo blogue que também se pode chamar A Europa nas nossas Mãos, dedicado a um tema específico do teu interesse, assim como da tua turma? “Mãos ao teclado”?! Quando acabares o blogue envia o seu endereço para o e-mail chris3@mail.telepac.pt, e logo verás uma ligação aparecer neste blogue.

Agora que tiveste acesso a uma breve explicação de como podes navegar neste blogue, coloca sem mais demoras a tua mão no rato e começa a clicar no mundo da imaginação, da criatividade e da inovação europeias.

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Perguntas & Respostas

O Ano Europeu

O que é um Ano Europeu?
O ano europeu é um instrumento da União Europeia decidido e partilhado pelos seus 27 Estados-Membros, através do qual, todos os anos (ou de dois em dois anos), se dedica a atenção a um tema específico, importante, para os cidadãos europeus e os seus países. Durante esse período de tempo, o assunto escolhido, é colocado no centro das preocupações das instituições europeias e dos governos nacionais, que juntos, criam uma campanha de sensibilização, na qual se organiza um conjunto de iniciativas.

Para que serve um Ano Europeu?

Os anos europeus são uma forma de chamar a atenção sobre temas que dizem respeito a todos os cidadãos europeus e aos seus países. São uma ferramenta criada pela UE para divulgar informação sobre o assunto seleccionado, partilhar e discutir ideias, criar mudanças de atitudes e agir para melhorar a vida dos cidadãos. Os anos europeus são, também, uma maneira de aproximar os países entre si, bem como promover a ideia de União.

Quem decide qual é o tema para o Ano Europeu?

Desde 2003, os anos europeus são escolhidos, em conjunto, entre o Parlamento Europeu, a Comissão Europeia e o Conselho da UE.

O Ano Europeu existe há muito tempo?

Os anos europeus existem há já 25 anos, desde 1983, mas continuam a ser uma ferramenta da UE inovadora, para tratar temas importantes e que têm a ver com o nosso dia-a-dia.

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Concurso Europa em Lenda | por favor clica aqui

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Concurso Europa em Lenda

Segundo a mitologia grega, Europa terá sido uma bela princesa fenícia por quem o rei dos deuses, Zeus, se apaixonou perdidamente, até ao ponto de a raptar…
Os alunos do 7.º, 8.º e 9.º anos, do Externato João Alberto Faria, em Arruda dos Vinhos, responderam ao nosso desafio e (re)criaram a Lenda da Europa. Das várias propostas recebidas, a grande vencedora foi Margarida Conceição, aluna do 9.º ano, que imaginou e criou uma nova lenda.

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O rapto da princesa Europa

(Adaptação*)

© 2009 Rafael Antunes

Algures na antiga Ásia, uma princesa de nome Europa vivia num magnífico palácio com o seu pai Agenor e o seu irmão Cadmo.

Certo dia, nos seus habituais passeios pela floresta, enquanto apanhava flores junto à foz do rio, foi avistada por Zeus, o pai dos deuses. Hipnotizado pela sua beleza, Zeus apaixona-se pela princesa e decide raptá-la.
Todavia, para que a sua mulher, Hera, não se apercebesse, tomou a forma de um touro com um círculo prateado na testa.
Assim, desce à floresta, onde a princesa se encontrava, deitando-se a seus pés. Europa, encantada com a calma do animal, decide sentar-se no seu dorso.
Logo que o deus se apercebe de que a princesa está no seu dorso, “dispara” de imediato a voar por cima do oceano, procurando uma ilha deserta.

Apesar de Europa se sentir muito abandonada, Zeus mostrou-lhe o seu carinho e prometeu levá-la para um local lindo que ele conhecera havia algum tempo. Era fora da Ásia, banhado por ventos atlânticos e mediterrânicos e que, graças à princesa, se passaria a chamar EUROPA. Lá, viveram intensamente o seu amor e tiveram três fabulosos, famosos e formosos filhos.

* Adaptação da lenda “O rapto da princesa Europa”, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, pelos alunos do 9.º ano, Alexandre Catarino Manso, Alexandre Gomes, Florbela Santos Pinto, Inês Cardoso Soares, Maria Frade, Ruben Rodrigues e Susana Sousa.
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A minha lenda da Europa

© 2009 Margarida Conceição

Diz-se que foi há milhões de anos, mesmo antes dos homens se tornarem bípedes. Existiu um monstro, não se sabe o que era, nem de que era feito, apenas que era enorme, talvez do tamanho de uma ilha gigante.
De onde veio? Não se sabia. Para onde ia? Não se sabia. O que queria? Não se sabia.
Tinha um aspecto rochoso com musgo verde aqui e ali, podendo disfarçar-se em qualquer lugar, envolvendo-se camufladamente na paisagem. Ele era monstro, ele era terra, ele era água, ele era vegetação, ele era montanha, ele era vale, ele era planície, ele era tudo o que a sua aparência lhe permitia ser.
Era tão grande que, mesmo em alto mar, a água apenas parecia um pequeno lago que lhe chegava à cintura.
Apesar de parecer pacífico, os deuses (ninguém sabia os seus nomes) não gostavam dele, achavam-no uma aberração da natureza.
Conspiravam para se verem livres dele.
A deusa mais jovem, chamada Europa, cuja idade se desconhece devido à sua imortalidade, não pactuava da mesma conspiração.
Às escondidas descia do seu pedestal e visitava o ser errante que vivia na terra. Tornaram-se muito amigos.
Quando os deuses descobriram amaldiçoaram essa amizade. Nenhum dos dois poderia rir-se ou apenas sorrir, durante as suas visitas, senão transformar-se-iam em rocha e só acordariam dez milhões de anos depois.
Uma noite a deusa desceu, como fazia frequentemente, o monstro estava a dormir. Como não queria acordá-lo do seu sono tranquilo, permaneceu a seu lado sem fazer ruído, quase mesmo sem respirar, não fosse ele acordar sobressaltado.
Adormeceu também, um sono leve, tranquilo, feliz, e sorrindo, assim permaneceu e não acordou mais.
Tinham sido ambos transformados em rocha, devido à felicidade de estarem juntos. E juntos permaneceriam até à eternidade, quer fossem pedra ou não.
Quando os deuses acordaram, não encontraram a deusa na sua morada celestial. Olharam pela varanda, por entre as nuvens e viram a jovem e o monstro juntos transformados num único pedaço de rocha.
Exclamaram em uníssono:
— Nós avisámos-te Europa!!
Os anos foram passando, décadas, séculos, até milénios. Tudo evoluiu, tudo se transformou. Os homens foram evoluindo, os deuses esquecidos, a lenda morreu, mas a Europa permaneceu, cresceu, floresceu e transformou-se num grande continente.

Margarida Conceição, 14 anos.

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Ilustrações

© 2009 Mónica Maurício

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© 2009 Bernardo Pereira

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© 2009 Bruno Silva

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© 2009 Catarina Mendes

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© 2009 Joana Firmino

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© 2009 João Simões

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© 2009 Pedro Carvalho

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© 2009 Pedro Dionisio

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© 2009 Pedro Perreira

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© 2009 Rafael Carreiras

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© 2009 Steven Cruz

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© 2009 Raul Sousa

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